quinta-feira, novembro 02, 2006

08 | Dúvidas que foram surgindo...

Depois de terminar o modelo conceptual e de avançar no projecto, deparamo-nos com as seguintes dúvidas:

  • Será viável o quiosque estar ligado à Internet?
  • Será viável o quiosque ter som?
  • Na secção "Notícias do JPN", quantas deveremos colocar? Bastarão as 5 primeiras notícias (as mais importantes, embora dependam de uma escala de valores...)? Esta secção deve conter notícias gerais, ou apenas aquelas relacionadas com o curso e com a FLUP?
  • Na secção "Alunos de JCC" » na vinheta "Plano Curricular" deveríamos colocar a opção de scroll, tal como está no Sigarra ou deveríamos utilizar mais interacção (exemplo: por anos, ou vertentes...)? A nossa intenção era também evitar o número de cliques, por isso queremos que a informação seja "directa"...
  • Será imprescindível o quiosque apresentar uma base de dados?
  • Será imprescindível o quiosque apresentar um botão pesquisar?
  • Será preferível criar um teclado físico ou deveríamos apostar num teclado digital, incorporado na interface, conforme as opções seleccionadas?
  • Que aspecto poderá ter a função “Ajuda” (assistente)? Seria mais perceptível um ícone ou caracteres? Será que a ajuda poderia consistir num "mapa do site"? E onde colocá-la?

1 Comments:

At 5:18 p.m., Anonymous Anónimo said...

Ao longo do processo julgo ter sido notório que a mais valia do quiosque multimédia pode residir na possibilidade de divulgar o curso numa perspectiva mais pessoal e/ou caricatural em relação, por exemplo, a um sítio web.

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Talvez por isso ambos os grupos de trabalho tenham optado por um ambiente de B.D., se bem que ao nível das metáforas o tenham feito de forma totalmente diferente. O outro grupo faz uma analogia directa com o mundo real (o utilizador é imerso na cena), tendo por isso que a interacção ser pensada nesse sentido, e o vosso grupo faz um paralelo à leitura de um livro, devendo também ter uma correspondência na forma como o utilizador irá interagir com o sistema.

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Julgo que o anterior prelúdio serve para responder a algumas das perguntas feitas. Isto é, se o modelo conceptual remete o utilizador para um tipo de ambiente e para um tipo de acção sobre esse mesmo ambiente (Isto é, uma coisa é estar embebido na cena, outra bem diferente é ler um livro…) temos que explorar essas analogias ao nível da interacção e da forma como a informação é disponibilizada. Se a ideia é que o utilizador faça um paralelo mental (tal como a metáfora da escrivaninha, introduzida pela Apple em 1985 e que actualmente utilizamos nos nossos sistemas operativos) com o universo B.D. e, mais importante, com a leitura de um livro, devemos basear a relação Homem/Máquina – acção, reacção – nesse pressuposto. O utilizador deverá relacionar-se com o sistema de uma forma mais interessante e intuitiva (design emotivo; usabilidade?...), visto ter apreendido que o mesmo funciona de forma similar a um livro de B.D.

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Assim sendo, os requisitos do sistema (base de dados; notícias; etc.), que resultaram previamente de um contacto com os potenciais utilizadores, devem estar estruturados segundo essa metáfora mental. O que o modelo conceptual nos pode dar, antes de avançarmos para um protótipo, é justamente a noção do modelo global onde assenta esta relação entre os requisitos e a percepção do utilizador sobre o funcionamento do sistema. Tal como no nosso sistema operativo nos organizamos por pastas, temos um balde do lixo e uma secretária, vinculando a nossa acção sobre o sistema num paralelo com um posto de trabalho físico, ao utilizarmos outro tipo de metáforas (que não são obrigatórias!… mas muitas vezes aconselháveis) como seja a leitura de um livro, devemos explorar esse universo na “inter-acção” Homem/Máquina.


Professor Bruno Giesteira

 

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